26 agosto

Nota Oficial

Fundação Nosso Lar

Vimos informar que ESTÁ SUSPENSO o Processo Seletivo da Fundação Nosso Lar, até a aprovação da reestruturação do Plano de Trabalho, para implantação do serviço de Comunidade Terapêutica Infanto-Juvenil – Convênio Municipal n° 003/2018. Ressaltamos ainda que o processo de seleção foi concluído e a publicação da lista de classificados será realizada assim que os procedimentos administrativos forem firmados pelos órgãos competentes. Segue na íntegra a Nota Oficial da entidade.

nota publica (1)

20 agosto

Retificação dos resultados – PSS FNL

Fundação Nosso Lar

Retificação do resultado da 1ª Etapa.

Mudança: classificação da candidata ao cargo Psicóloga, Naira Filomena Becker, e da candidata ao cargo Assistente Administrativa, Valeria da Silva Torres Zenkner para a participação da 2ª Etapa do Processo Seletivo.

 

Listagem – EDITAL

 

 

19 agosto

Listagem Geral de Classificação e Convocação para a 2ª Etapa do PSS

Fundação Nosso Lar

Segue a listagem dos classificados para a 2ª Etapa.

Boa sorte a todos!

Listagem – EDITAL

14 agosto

EDITAL PROCESSO SIMPLIFICADO

Fundação Nosso Lar

Esta aberto Processo Simplificado da Fundação Nosso Lar.

Confira os documentos e Participe!

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PDF

ANEXO 1 

ANEXO 2

Anexo 3

 

10 agosto

Abertura de Processo Seletivo

Fundação Nosso Lar

Vimos comunicar a Abertura do Processo Seletivo Simplificado n 001/2018) da Comunidade Terapêutica Infanto-Juvenil, aonde estarão dispostas as seguintes vagas : Coordenador Administrativo, Coordenador Pedagógico, Assistente Social, Psicologo e Assistente Administrativo.

O Projeto trata-se de uma parceria com a Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu e Secretaria Municipal da Saúde – Convênio 003/2018. Trabalharemos ainda conjuntamente com o CAPS-Infantil e rede de proteção a criança e adolescente.

0001 0002 0003 0004 0005 0006 0007 0008 0009 0010 0011 0012 0013 0014 0015 0016 0017

10 agosto

Vídeo UDC-FNL – Novos Valores e Nova Ação

Fundação Nosso Lar

Revitalização

10 agosto

Comunidade Terapêutica Infanto-Juvenil

Fundação Nosso Lar

“Vai florescer, o ser divino que está dentro de você”.

Público Alvo

Crianças e adolescentes após processo de desintoxicação que sofrem com uso, abuso ou dependência de substâncias psicoativas (SPA) que se encontrem em situação de rua, em processo de acolhimento institucional e/ou familiar, com vínculos familiares fragilizados e/ou rompidos, diagnosticados pelo CAPS I, encaminhados através de referenciamento da rede de proteção e determinação da Vara da Infância e Juventude de Foz do Iguaçu.

APRESENTAÇÃO

Em todos os processos da história da humanidade, pessoas usaram e abusaram de substâncias capazes de modificar o funcionamento do sistema nervoso, induzindo sensações corporais e estados psicológicos alterados, denominadas pelo senso comum de “drogas”. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera “droga” qualquer substância que seja capaz de alterar a função dos organismos vivos, resultando em mudanças fisiológicas, comportamentais, agressoras do sistema nervoso central, aumentando-o (estimulantes), reduzindo-o (depressoras), ou alterando as percepções (perturbadoras), chamadas então de psicoativas.

Percebe-se de modo impressionante um número cada vez maior de crianças e adolescentes adictas, principalmente as expostas a ambientes insalubres, situações de vulnerabilidade e riscos decorrentes da desigualdade social, famílias cujos vínculos estão fragilizados ou rompidos, expostas a experiências traumáticas e/ou dolorosas. Influenciadas por aspectos ambientais (sociais, culturais e educacionais) comportamentais e genéticos, sofrem de modo mais agressivo as consequências das negligências, dada exposição constante às variadas formas de violência.

É importante reconhecer para além dos conflitos existenciais, mentais e sociais decorrentes do uso de drogas lícitas e ilícitas, a infância e adolescência são as fases mais críticas do desenvolvimento humano e social. São nestas fases que os indivíduos se constituem a partir do contato com mundo exterior, e se deparam com seus maiores problemas, os quais mascarados pelo uso de psicoativos como forma de enfrentamento errônea, colaboram para potencializar a predisposição de um comportamento agressivo e anti-social. A falta de comunicação, inabilidade de expressar emoções, dificuldades de relacionamento, negativismo, impulsividade, impaciência e comportamentos desafiadores, são uns dos mecanismos comportamentais acionados. Estes tendem a imputar desvios de conduta e situações de risco que devem ser prevenidas pela família, pelas instituições e pelo Estado.

Justificativa
A embriaguez e o consumo de substâncias psicoativas ilícitas (cocaína, crack, ópio, ecstasy e afins) têm sido usados por crianças e adolescentes como amortecedores disfuncionais de superação de conflitos existenciais, sociais, afetivos, buscas compulsivas individuais por sensações de prazer e/ou fugas das realidades, contribuído para a degradação familiar, degeneração física, psicológica e moral, sendo fontes imensuráveis de prejuízos socioambientais e delinquências infantojuvenis acometidas.
O comportamento de consumo pode e dever ser combatido a partir da garantia dos direitos fundamentais e atividades de intervenções motivacionais, porém as mesmas precisam estar estruturadas em um plano terapêutico contínuo, que trabalhe com etapas de conscientização, enfrentamento, superação de expectativas, fortalecimento e resiliência. Estes programas precisam, para obter resultados positivos, ser construído conjuntamente com as necessidades, interesses subjetivos dos atendidos, dentro de espaços adequados e ambientalizados para tal finalidade.

Visa-se a partir disto garantir a proteção da criança e adolescente, respeitando os tempos de acolhimento conforme os níveis emergenciais e situações específicas. Para isto, nossa proposta ofertará acolhimento em três (3) casas residenciais, sendo uma feminina e uma masculina, e uma para condições excepcionais, atendendo 15 vagas e possibilitando acessos a atividades de educação holística, incentivo ao autoconhecimento, autoconsciência, autodisciplina e auto-organização. Trabalhar com atividades artísticas, lúdicas, pedagógicas, esportivas e terapêuticas, junto com estímulos de convivência de pares, fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários; instrumentalização dos potenciais e habilidades sociais como premissas para a constituição de sujeito cidadão e por fim, possibilitar o contato com técnicas, capacitações e atividades laborais que qualifiquem as condições de vida e possam gerar renda.

Objetivos Específicos:

1) Proporcionar moradia, educação viva, esporte, cultura, lazer e terapias que contribuam com o desenvolvimento humano, em acolhimento humanizado, especializado temporário, de média duração, de no máximo 9 meses.

2) Propiciar acompanhamento psicossocial ao usuário e a respectiva família;

3) Desenvolver atividades de conquista das qualidades volativas dos atendidos e ações para o fortalecimento de vínculos familiares e de apoio aos processos de autonomia, reabilitação e reinserção do público atendido; através de espaços coletivos de escuta e vivências familiares e/ou comunitárias;

4) Criar, incentivar e proporcionar atividades externas de convivência e integração social, a partir da permacultura e educação viva – laborterapia, em contato com a terra cedida pela Prefeitura Municipal para este fim.

5) Realizar visitas domiciliares conforme demanda, para conhecer melhor a realidade familiar dos residentes enquanto estão no período de tratamento e quando houver a necessidade realizar encaminhamentos para a rede de atendimento do município e região;

6) Desenvolver em conjunto com a criança e adolescente um projeto de vida, estimulando o protagonismo, inclusive para geração de renda, que oportunizem aprendizagem, preparando-os para o mundo do trabalho;

7) Fortalecer os programas transversais de interdisciplinares a fim de promover as políticas públicas voltadas a proteção da criança e adolescente, em principal com a Rede Intersetorial – Assistência Social, Saúde, Educação, Justiça e Direitos Humanos.

PLANO ATIVIDADES TERAPÊUTICAS:

1) Permacultura

Resultado de imagem para permacultura adolescentes

Buscar no meio produtivo da agricultura mecanismos de reconstrução da identidade, instrumentos de qualidade de vida e sobrevivência. O contato com a terra é o utilizado em quase todas as comunidades terapêuticas. O cuidado com as plantas, com os alimentos, com o preparo do alimento,além de reeducativo é motivacional. Por esta razão propomos oferecer técnicas e valores sobre permacultura (hortas orgânicas, alimentação saudável – Pancs, agro floresta, bio construção e biodinâmica). Estes conhecimentos tem sido promovidos nacionalmente e internacionalmente, os quais podem ser considerados terapêuticos, possibilitarem qualidade de vida e novas formas  sustentáveis de trabalho.

2) Yoga

3

A Yoga tem contribuído com inúmeros fatores para o           desenvolvimento humano. No mundo infanto-juvenil colabora para o   trabalho da concentração, equilíbrio, desenvolvimento motor,   respiração e superação de limites. Além de investir na capacidade   meditativa, contribui no desenvolvimento do autoconhecimento e     superação de conflito a partir da conexão e resignificação das   emoções  mais profundas do ser.

 

1

3) Psicoterapia Bonding

A Psicoterapia Bonding atua em 10 países a mais de 30 anos. Trabalha o reconhecimento pisco-social e espiritual de emoções ocultas, provenientes da falta de preenchimento de necessidades biopsicossociais, que geram vinculações e comportamentos disfuncionais. Tem contribuído para a reestruturação cognitiva, reavaliação de sistemas de crenças, estimulando mudanças comportamentais e a expressão de sentimentos guardados a sete chaves no inconsciente. Utiliza-se para isso da prática afetiva, movimentos corporais, verbais, manifestações em grupo e abraço primário. Esta técnica afetiva esta embasada na reconstrução da identidade, no restabelecimento da união entre necessidade básica, contato físico e abertura emocional a partir do encontro com as as emoções primárias: raiva, medo, dor, amor e culpa.

4) Arteterapia e Artesanatos 

1

Procedimento terapêutico que busca interligar os universos internos e externos do   indivíduo através das simbologias.  Busca usar as atividades artísticas em prol da saúde e   da  escuta.   Confecção de Mandalas, a partir do trabalho manual de fios de lã e gravetos de   madeira. A   modalidade trabalha com a técnica de cromoterapia – terapia a partir das   cores. O artefato   além de terapêutico possibilita a geração de renda, por ser um adorno   decorativo e alegre.   Pinturas, modelagem, desenhos livres, e afins.  Além destes, oficinas   de macramês, bonecas   de pano, fantoches, reciclados e fuxico. Arte, produção e muita   troca de experiência.

 

5) Terapia Ocupacional

A intervenção do terapeuta ocupacional tem como objetivo principal o resgate e a manutenção de habilidades físicas, motoras, cognitivas ou psicossociais do paciente, para o desenvolvimento de uma maior autonomia e independência nas atividades que fazem parte de seu cotidiano. Assim, a terapia ocupacional auxilia o restabelecimento de tarefas como: trabalhar, escrever, tomar banho, cozinhar, dirigir, andar, brincar, estudar, atividades produtivas, de lazer e entretenimento.

O terapeuta ocupacional pode atuar utilizando uma gama de atividades (lúdicas e expressivas por meio do lazer, arte, dança, leitura, desenho, pintura e estimulação cognitiva, entre outras) como recurso terapêutico. Não são atividades desenvolvidas meramente para ‘ocupar o tempo’, mas escolhidas com objetivos bem definidos e utilizadas como estímulos para provocar respostas específicas desejadas pelo terapeuta. Como exemplo, o terapeuta ocupacional pode utilizar uma atividade de pintura para trabalhar a noção de espaço, coordenação motora, concentração, dentre outras habilidades. É fundamental que as atividades realizadas sejam significativas, se relacionando com as necessidades, interesses e com realidade do paciente.

Cultura, Esporte e Lazer.

5) Comunicação Popular, Literatura e Poesia:

Criar mecanismos de expressão infanto-juvenil e auxiliar na produção de conteúdos. O empoderamento se dá a partir da 2 comunicação, da inteligência emocional e da sensibilização e conscientização do “outro” sobre temas individuais e sociais.

6) Dança Circular

Ayni A Dança Circular é cooperativa por natureza. Assim, nos tempos atuais, quando as pessoas   estão buscando caminhos para harmonizar as diferenças, este tipo de proposta cai como   uma luva por sua simplicidade e profundidade. Em roda, de mãos dadas, olhos nos olhos, o   resgate das danças folclóricas traz a ancestralidade à flor da pele e conecta cores, raças, tempos e espaços, acessando outros níveis de consciência e percepção. Esta prática prepara o ser humano para uma nova etapa da humanidade, onde harmonia e paz serão reflexos de atitudes de cooperação e comunhão.

7) Esporte

Trabalhar com esportes que possibilitem disciplina, autocontrole, trabalho em equipe e adrenalina. Volei, Futbol, Atletismo, Ciclismo, Sup, Caiaque, Trilhas Ecológicas, Capoeira e Skate.

8) Música, Dança, Teatro e Circo.

26 abril

Enfim… Viva!

Fundação Nosso Lar

Assim como nosso país, a Fundação Nosso Lar enfrentou com muita bravura atrocidades cometidas contra seu patrimônio e serviços. Superou gestões, conflitos jurídicos, torcidas descrentes, e a desmoralização proveniente de erros penosos. Com o foco em reverter o quadro, unificou as energias em direção a emergente necessidade de fazer com que os direitos das crianças e adolescentes superassem a violação e violência constante sob o qual se impõem o sistema em que vivemos.

Um Novo Projeto, constituído por um Novo Coletivo, embasado em ousadia, ética e posturas firmes capazes de trazer novamente a este ambiente, Novos Cenários. E assim, somente assim, uma Nova Fase se Inicia a fim de constituir um Novo Presente em Foz do Iguaçu.

6

6 julho

XII Conferência Municipal Assistência Social de Foz do Iguaçu

Fundação Nosso Lar

PROGRAMAÇÃO:

Dia 10 de Julho de 2017 – Segunda-feira:

18h – Início do Credenciamento, entrega das pastas com materiais de apoio e Regimento

Interno da Conferencia.

20h – Abertura Oficial

20h30 – Palestra magna da Conferência com o tema: “Garantia de direitos no

fortalecimento do Sistema Único de Assistência Social (Suas)”.

Palestrante: Juciméri Isolda Silveira

21h30 – Coffee Break e encerramento das atividades do dia.

Dia 11 de Julho de 2017 – Terça-feira:

Manhã

8h – Credenciamento

8h30 – Votação do Regimento Interno

9h10 – Introdução aos trabalhos de grupo com a explicação dos eixos com as facilitadoras

10h30 – Coffee Break

10h45 – Debate sobre a Introdução aos trabalhos de grupos

12h – Intervalo para Almoço.

Tarde

13h30 – Trabalhos de Grupos:

EIXO 1 – A proteção social não-contributiva e o princípio da equidade8 como paradigma

para a gestão dos direitos socioassistenciais – Facilitadora: Maria Luiza Amaral Rizzotti

EIXO 2 – Gestão democrática e controle social: o lugar da sociedade civil no SUAS.

Facilitadora: Márcia Helena Carvalho Lopes

EIXO 3 – Acesso às seguranças socioassistenciais9 e a articulação entre serviços,

benefícios e transferência de renda como garantias de direitos socioassistenciais.

Facilitadora: Telma Maranho Gomes

EIXO 4 – A legislação como instrumento para uma gestão de compromissos e

corresponsabilidades dos entes federativos para a garantia dos direitos

socioassistenciais. Facilitadora: Lúcia Cortes da Costa

16h30 – Reunião dos facilitadores e relatores para o fechamento das propostas dos

Grupos de Trabalhos;

16h30 – Coffee Break

17h – Entrega das propostas elaboradas pelos Grupos de Trabalhos à Comissão

Organizadora

17h30 – Encerramento do dia

Dia 12 de Julho de 2017 – Quarta-feira

8h – Recepção dos participantes e Inicio do processo eleitoral dos representantes da

sociedade civil no CMAS – gestão 2017/2019 de acordo com Regulamento Geral da

Eleição da Sociedade Civil – Resolução CMAS ;

8h30 – Plenária Final com deliberação das propostas dos grupos de trabalhos a fim de

fixar diretrizes para a Política de Assistencia Social

10h30 – Apresentação e deliberação das Moções conforme o Regimento Interno;

10h45 – Coffee Break

11h – Apresentação, Eleição e referendo dos Delegados governamentais e Delegados

representantes dos Usuários ou Organização de Usuários para a XII Conferência

Estadual de Assistência Social.

11h30 – Apuração dos Votos e divulgação dos resultados da Eleição dos Representantes

da Sociedade Civil no CMAS para o biênio 2017/2019;

12h30 – Encerramento dos Trabalhos da XII Conferencia Municipal de Assistência Social.foto_missao

28 junho

Reestruturação e Reativação da Instituição

Fundação Nosso Lar

Após um longo e desgastante período de intervenção judicial, que culminou na paralisação das atividades desta importante entidade, vimos trazer ao conhecimento de todos o processo de reestruturação e reativação da Fundação Nosso Lar. O Plano de Ação inicial se subsidiará no apoio de voluntários comprometidos e captação de recurso independente, e fomentará atividades na área de educação, lazer, cultura, formação profissionalizante, educação informal, restabelecimento dos vínculos comunitários e familiares, empoderamento infanto-juvenil, através de articulações institucionais.

O Centro de Defesa dos Direitos da Criança e Adolescente (CEDEDICA) de Foz do Iguaçu convida a sociedade civil , organismos governamentais competentes, profissionais e ativistas a somar forças nas investidas de preservação deste patrimônio público. Além do imprescindível papel social que este pode voltar a desempenhar, sabemos das carências e violações que ferem diariamente as crianças e adolescentes da região fronteirça.

Esperamos realizar com sucesso os intentos mencionados para que este espaço possa desenvolver atividades íntegras, éticas, cujo os interesses se assentem exclusivamente na defesa do desenvolvimento humano equitativo das futuras gerações.

Cores, Luz e Vida !

pINTURA